Corrente da cor rente!

A corrente,
de cor rente
ao réu,
deixou-me 
uma semente
sem mente
nem véu.

A cor rente,
ao redor
do céu,
deixou na
minha mente
a pressão
de um réu.

A Coerente,
com palavras 
de mel,
beijou 
os meus lábios
amigos
do fel.

[Minha mente talvez seja um céu:
cor rente cinzenta,
decente e sem véu].

Severino Figueiredo

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